Há 60 anos, o Mahatma — grande alma para os hindus , nascido Mohandas Karamchand Gandhi, foi assassinado durante uma reunião de oração. Em sua homenagem a ONU proclamou 30 de janeiro o dia da não-violência e da paz.
Gandhi é a figura central do movimento de independência da Índia. Sua liderança neste processo foi singular: pregou a desobediência civil contra o domínio inglês, usou o jejum como forma de protesto e optou radicalmente pela não-violência, chegando a afirmar que abandonaria a luta caso se tornasse uma revolução armada.

Ele conseguiu a independência mas não a unidade do país. Em 1947, os conflitos internos entre muçulmanos e hindus levaram o processo a um destino diferente do pensado por Gandhi — a região se dividiu em dois países: a Índia, de maioria hindu; e o Paquistão, de maioria muçulmana. Para o Mahatma, todos poderiam conviver em uma mesma nação. Não foi compreendido.

Nestes tempos de doutrina Bush, quando matar vem antes de conversar, é difícil acreditar que uma pessoa como Gandhi realmente existiu e foi bem sucedido em sua missão de libertar a Índia. Tudo sem disparar um tiro sequer.

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