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Ao longo da vida, travei pouco contato com o mundo das óperas. Já ouvi algumas das árias de “O Guarani” e aquela parte da “Flauta Mágica” que o Edson Cordeiro vivia cantando. Assisti ao Pavarotti na TV algumas vezes e lembro da ária mais famosa de Carmen. Tudo isto de passagem. Provavelmente meu contato mais intenso com o mundo das óperas havia sido com “O Barbeiro de Sevilha” do Pica-pau. Até ontem.

Ontem, Chris me levou a uma sessão de ópera de uns colegas de trabalho. Fantástico! Assistimos ao “O Barbeiro de Sevilha”, de Rossini.Os donos da casa foram simpáticos e mantiveram a legenda do DVD, assim foi fácil entender a confusa história de amor entre Rosina e o conde de Almaviva. Emocionante foi ver e ouvir a entrada de Fígaro. É a música que até então só ouvira no desenho do Pica-pau.

Gostei tanto que agora quero assistir ao vivo.

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_Para a história do Barbeiro de Sevilha, clique aqui.

_Para a letra da ária de entrada de Fígaro, clique aqui.

_Para o Barbeiro de Sevilha do Pica-pau no You tube, clique aqui.

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