Esta é a primeira cena do filme

Woody Allen é diretor de amores e ódios. Geralmente quem gosta, adora. Quem não gosta, odeia. Eu estou no primeiro grupo. Apesar disto, há tempos não via um filme do diretor. Mas meu reencontro com o judeu neurótico de Nova Iorque não poderia ter sido melhor.

Match Point – O ponto final é um filmaço por três motivos. Primeiro, porque Woody Allen escreveu o roteiro de maneira irretocável. Segundo, porque o enredo, cheio de reviravoltas, é conduzido magistralmente pelo diretor, não permitindo ao espectador descobrir o que vem a seguir. E finalmente porque faz pelo menos duas reflexões interessantes. Uma sobre a culpa e possibilidade de conviver tranqüilamente com ela. Outra sobre a sorte, evidenciada desde a primeira cena do filme (foto acima) pela frase “Prefiro ter sorte a ser bom”.

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