Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos do Ministério da Justiça acredita na existência de 224 desaparecidos vítimas da ditadura militar. Para que não se perca a possibilidade de reconhecer algum destes corpos caso sejam achados no futuro, a comissão iniciou, no último dia 25,  a criação de um banco de DNA através dos parentes destas pessoas.

A iniciativa é importante, já que a identificação de um destes desaparecidos possibilita a reinterpretação da história de vida de alguns personagens da resistência aos militares e da própria História do Brasil. No entanto, a mais importante atitude a ser tomada a este respeito foi ignorada pelo governo: a abertura dos arquivos secretos da ditadura pelo Exército. Isto sim, traria mudanças no que conhecemos sobre o período dos generais.

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