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Sempre gostei muito de comédias. Quando criança não perdia um filme de Steve Martin. Um espírito baixou em Mim, Antes só do que mal acompanhado, O panaca. Também adorava as aventuras do Inspetor Clouseau, encarnado na época por Peter Sellers.

Dia desses, chego na locadora e o que vejo? A pantera cor-de-rosa, protagonizado por Steve Martin. Um dos meus comediantes favoritos, na pele de um dos personagens que mais gosto. Foi uma alegria… e uma decepção. O filme é uma droga. Chato, com uma ou outra piadinha que valha a pena. Nada demais. Se tivesse pago a extorsão que é um ingresso de cinema hoje para ver esta porcaria, estaria revoltado.

Para me consolar do arrependimenteo de ter perdido tempo com A Pantera cor-de-rosa atual, peguei a série antiga e vi todinha. Que maravilha! Principalmente Um tiro no escuro e A Volta da pantera cor-de-rosa. E Peter Sellers é o que há de melhor. É engraçadíssimo.  Acabei obcecado pelo ator.

Foi fuçando para achar sua filmografia que o atendente da locadora me ofereceu A vida e a morte de Peter Sellers. Fiquei desconfiado, filme para televisão, biografia. “Sei não, deve ser outra bomba” – falei. Mas levei assim mesmo. Desta vez a surpresa foi para o bem. Que filmaço! O ator que faz o Peter Sellers, Geofrey Rush (ganhou o Oscar por Shine), faz também uns 20 personagens diferentes. Uma atuação magnífica. Isto sem falar na a história de Sellers, que é emocionante, contada através de um ótimo enredo. Vale a pena.

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