Jack Sparrow

A segunda parte da trilogia, Piratas do Caribe – O baú da morte, tem a receita completa de uma boa aventura: lutas, cenas espetaculares, locações paradisíacas, traição, heroísmo, humor. Muito bom mesmo.

Historicamente o filme também acerta. Um dos motes da história é uma carta de corso. Um lorde britânico quer barganhar com Capitão Jack Sparrow. A entrega de um tesouro pela transformação do pirata em corsário da coroa.

Os corsários recebiam uma autorização especial dos países, liberando-os para atacar os navios mercantes alheios. Em contrapartida, estes  piratas deviam entregar uma parcela do saque ao governo. A Inglaterra foi a principal incentivadora deste tipo de pirataria entre os séculos XVI e XVIII.

Outro acerto é o aparecimento de Tortuga na trama. A ilha realmente existe e era usada como porto de piratas e escorijo de fugitivos da lei de vários países. Um território sem lei nem governo.

A companhia das Índias Orientais também está presente no filme. Ela foi criada pela Inglaterra para controlar o comércio de mercadorias asiáticas. Seus produtos eram vendidos nas colônias britânicas na América.

Para você que está afim de conferir no cinema a última aventura de Jack Sparrow e sua tripulação, aqui vão dois conselhos.

O filme não acaba. Como aconteceu em O Senhor dos Anéis, a segunda e a terceira parte foram filmadas juntas. Sendo assim, a história fica no ar, sem final.

Além disto, não saia do cinema antes de terminar os créditos. Tem uma cena escondida no fim. Eu marquei bobeira e fui embora antes.

Vou ter que ir ao cinema de novo.

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